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Fundesa-RS integra decisões do Banvaco para a proteção da sanidade animal
06/11/26
O Ministério da Agricultura e Pecuária, o Panaftosa e fundos dos estados estruturam o Banvaco, banco de antígenos para combate ao vírus da febre aftosa. A iniciativa visa a garantia de resposta imediata a emergências em rebanhos no Brasil e em países da América. Em reunião nesta semana em Brasília, o Fundesa-RS ratificou a intenção de participar da aquisição de antígenos de cepas exógenas para integrar o Banco.
O Banvaco funciona como reserva de antígenos sob a gestão do Panaftosa, e fica no laboratório Biogénesis Bagó, na Argentina. A estrutura atende o Brasil, a Bolívia, o Equador, o Paraguai, o Peru e o Uruguai. Atualmente, o Banvaco já conta com antígenos das cepas circulantes no continente americano, agora, com o alinhamento realizado na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária, serão incluídas cepas como SAT 1 e SAT 2, que circulam na Ásia e na Europa. Em caso de necessidade, a transformação do insumo em vacina ocorre em prazo de cinco a sete dias ao custo de US$ 0,40 por dose.
A participação do Fundesa ocorre com a liberação de US$ 300 mil, provenientes da conta Fundesa Bovídeos. O valor se junta a mais US$ 300 mil do fundo do Mato Grosso. O investimento assegura a estocagem de antígenos para a fabricação de 1 milhão de doses durante dez anos.
O representante do Fundesa-RS no encontro na capital federal, Pedro Píffero, destacou que "ter o banco de antígeno com diferentes cepas é uma segurança". Píffero apontou a importância da atuação do Rio Grande do Sul na mesa de conversas sobre a sanidade dos animais.
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil mantém o diálogo com os fundos de outros estados para ampliar as contribuições ao Banvaco. O prazo para a definição de compras de insumos se encerra no mês de novembro. A consolidação do banco fortalece a segurança do país após a retirada da vacinação e protege o comércio de carnes no exterior.
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