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Evento em Alegrete debate o papel do Fundesa no fortalecimento e na segurança da pecuária gaúcha
14/08/26
Ao longo de mais de três horas nesta sexta-feira (14), produtores rurais da região de Alegrete - e de outras regiões do estado por meio do YouTube - acompanharam apresentações e interagiram com o presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal do Rio Grande do Sul, Rogério Kerber, e com o secretário da Agricultura do estado, Márcio Madalena, e o assessor especial da Seapi, Fernando Groff. O painel de debates foi mediado pelo presidente do Conselho Técnico Operacional da Pecuária de Corte, Pedro Piffero. O evento ocorreu na sede do Sindicato Rural de Alegrete, por proposição do presidente da entidade, Henrique Fernandes.
O presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes falou, por videoconferência, na abertura do evento e destacou os diferenciais que o Fundesa proporciona à pecuária gaúcha. "Destaco o seguro pecuário contra a febre aftosa, que só o Rio Grande do Sul tem, e que dá mais agilidade e segurança aos produtores", enfatizou.
O evento "Pecuária forte, campo seguro" foi uma oportunidade de falar sobre a função do Fundesa no avanço de status sanitário do estado. Criado em 2005 por iniciativa do próprio setor produtivo, o fundo é gerido por entidades representantes de produtores e indústrias.
O presidente do Fundesa-RS, Rogério Kerber, afirmou que o Rio Grande do Sul é "uma ilha de excelência em sanidade e que atualmente isso ganha cada vez mais importância em um país que exporta 40 mil toneladas de proteína animal por dia".
O assessor especial da secretaria da agricultura, Fernando Groff, explicou de que forma é realizado o repasse de recursos do Fundesa à Secretaria, por meio de um Plano de Ação plurianual, que divide as atividades em metas. "A meta 1, que envolve o custeio de atividades de defesa sanitária animal, é de quase R$ 14 milhões, divididos em dois anos. Desta forma podemos ter agilidade para a adoção de medidas, além de manter equipes capacitadas e estrutura de materiais e equipamentos atualizada. Nesta meta também entram os convênios e acordos de cooperação com as universidades, que permitiram a criação da Plataforma de Defesa Sanitária Animal, além de estudos de rede de movimentação de animais e avaliação da velocidade de espalhamento de doenças e seus impactos, desenvolvidas pela Universidade Federal de Santa Maria e pela Universidade da Carolina do Norte, respectivamente.
O secretário da Agricultura, Márcio Madalena, apresentou uma atualização sobre o andamento do projeto-piloto da rastreabilidade no estado. Segundo ele, o Rio grande do sul tem condições de ser o primeiro estado brasileiro a rastrear todo o rebanho, antes mesmo da obrigatoriedade, por parte do Mapa, prevista para 2032. "Estamos tendo a oportunidade de ver quais são as dificuldades de adoção da medida, onde ocorrem erros, e de que forma corrigir. Quando chegar o prazo final já estaremos prontos, enquanto outros estados vão começar onde estamos agora".
O evento contou com transmissão pelo canal do Fundesa-RS no YouTube, e pode ser conferido, na íntegra, no link abaixo.
https://youtube.com/live/VaDAujXtTgs?feature=share
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(51) 4042-1901















