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Treinamento supera expectativas

14/08/18

Após cinco dias de atividades o Simulado de Emergência em Doenças Exóticas na Suinocultura, o primeiro deste tipo a ser realizado no país, encerrou os trabalhos na sexta-feira (10), superando as expectativas. A avaliação é da professora titular sênior da Faculdade de Medicina Veterinária da USP, Masaio Mizuno, que ministrou o curso. “As atividades foram excelentes. Todo o planejamento e o cronograma dos trabalhos foram cumpridos, graças à disposição dos participantes”, elogiou.

O objetivo do simulado é garantir que os profissionais do Serviço Veterinário Oficial estadual estejam preparados para agir com agilidade e precisão em caso de ocorrência de três doenças exóticas: Diarreia Suína Epidêmica (PED), Síndrome Respiratória Reprodutiva Suína (PRRS) e Gastroenterite Transmissível (TGE). A metodologia utilizada na capacitação foi testar como agir em caso (fictício) das três doenças, que têm manifestações clínicas em comum. “Eles conseguiram diagnosticar, sem nunca ter visto as doenças, apenas com fotografias e relatos dos sintomas”, explicou Mizuno. Segundo ela, a particularidade do treinamento aplicado é que os profissionais precisam raciocinar o que deve ser feito, por que deve ser feito e quando deve ser feito. “Saber esses três pontos faz toda a diferença em um caso real de emergência sanitária”, destacou.

Para a coordenadora do Programa de Sanidade Suídea da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Irrigação, Juliane Webster Galvani, o simulado foi um marco importante e demonstrou o comprometimento do Serviço Veterinário Oficial do RS em se manter atualizado e preparado para agir imediatamente e com a maior eficácia possível na eventual ocorrência de emergência sanitária da suinocultura. Segundo ela, “este conhecimento adquirido será importantíssimo para a defesa sanitária do rebanho suíno gaúcho”.

Dentro dos objetivos do Fundesa estão o apoio e aporte de recursos para a constante capacitação dos técnicos ligados a defesa sanitária. Por isso, o Fundo custeou as despesas do curso e a vinda da professora Masaio ao Rio Grande do Sul. O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, acredita que a avaliação da professora sobre o desempenho dos profissionais da área é muito positivo. “Mostra que estamos no caminho certo. Felizmente os profissionais vinculados à atividade e que têm a incumbência de fazer a gestão da sanidade na cadeia da suinocultura são comprometidos e deram uma resposta que nos deixa satisfeitos”, concluiu.


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